DIZem BUCHA

Não adianta procurar, pois, aqui você não vai achar nada para lhe agradar! Mas se mesmo assim você quiser espiar, sinta-se livre para "DIZemBUCHAR".
Frase do momento: Carência é uma merda! Quero colo!



Quarta-feira, Setembro 19, 2007

MINHA MÚSICA DO ANO (ENCAIXE PERFEITO)




Here is where the story ends - The Sundays

People I know, Places I go
Pessoas que eu conheço, lugares aonde vou
Make me feel tongue tied
Me fazem sentir com a língua presa
I can see how people look down
Eu posso ver como as pessoas analisam
They're on the inside
Eles estão por dentro

Here's where the story ends
Aqui é onde a história termina
People I see, weary of me
Pessoas eu vejo, preocupadas comigo
Showing my good side
Me mostrando o meu lado bom
I can see how people look down
Eu posso ver como as pessoas analisam
I'm on the outside
Eu estou por fora

Here's where the story ends
Aqui é onde a história termina
Ooh, Here's where the story ends
Ooh, aqui é onde a história termina

It's that little souvenir of a terrible year
É aquele pequeno souvenir de um ano terrível
Which makes my eyes feel sore
Que faz meu olhos arderem
Oh I never should have said the books that you read
Oh nunca deveria ter dito que os livros que você lê
Were all I loved you for
Eram a razão pela qual te amava
It's that little souvenir of a terrible year
É aquele pequeno souvenir de um ano terrível
Which makes me wonder why
Que me faz perguntar o porque
And it's the memories of the shed that make me turn red
E são as lembranças do abrigo que me fazem ficar vermelha
Surprise, surprise, surprise
Surpresa, surpresa, surpresa

Crazy I know, places I go
Loucura eu sei, lugares aonde eu vou
Make me feel so tired
Me fazem sentir tão cansada
I can see how people look down
Eu posso ver como as pessoas analisam
I'm on the outside
Eu estou por fora

Oh, Here's where the story ends
Oh, aqui é onde a história termina
Ooh, Here's where the story ends
Ooh, aqui é onde a história termina

It's that little souvenir of a terrible year
É aquele pequeno souvenir de um ano terrível
Which makes my eyes feel sore
Que fazem os meus olhos arderem
And who ever would've thought the books that you brought
E quem diria que os livros que você comprou
Were all I loved you for
Eram a razão pela qual eu te amava
Oh the devil in me said go down to the shed
Oh o diabo em mim me disse para ir até o abrigo
I know where I belong
Eu sei aonde pertenço
But the only thing I ever really wanted to say
Mas a única coisa que eu sempre quis dizer
Was wrong, was wrong, was wrong
Estava errada, errada, errada

It's that little souvenir of a colorful year
É aquele pequeno souvenir de um ano bom
Which makes me smile inside
Que me faz sorrir por dentro
So I cynically, cynically say the world is that way
Então eu digo cinicamente que o mundo é desse jeito
Surprise, surprise, surprise, surprise, surprise
Supresa, surpresa, supresa, supresa, supresa
Here's where the story ends
Aqui é onde a história termina
Ooh, Here's where the story ends
Ooh, aqui é onde a história termina

Tradução: Lidiana de Moraes (a gêmea boa)


Figura? Clique: Moidsch

postado por: INGRID GUERRA 4:21 PM DIZemBUCHA aí!! Comments:


Terça-feira, Setembro 04, 2007


A luta por corações e mentes está implícita a qualquer guerra


Falar a respeito das facções existentes no mundo árabe nunca é uma tarefa fácil; principalmente para nós, ocidentais, que dispomos de tão diferente cultura e somos influenciados por um olhar estrangeiro – daqueles que desconhecem a motivação dos costumes de outrem. Há de se ter cuidado, portanto, ao julgar qualquer ação, mesmo as que nos parecem extremas.
Questiono, ainda, a postura daqueles que censuram, nos outros, atitudes praticadas por si próprios. Como, no caso, o documentário, produzido por americanos, sobre a Jihad Islâmica. Não quero dizer com isso que a parcialidade do mesmo não fosse esperada – afinal, depois de Israel, os Estados Unidos são o principal alvo da ira destes. Apenas me parece um tanto confuso a crítica a um “terrorismo” que se alimente da persuasão alienante inserida na mente dos integrantes do grupo, já na infância.
Ora, então, os americanos não fazem o mesmo? Toda a campanha de divulgação de um “combate ao terrorismo” (citando apenas uma dentre tantas) deixa, assim, de ser considerada uma forma de persuasão? E porque não cunhar a ela o termo alienante, se a partir dali as pessoas, no mundo todo, passaram a desconfiar da própria sombra?
Claro que não é nenhum pouco agradável ouvir crianças bradando o desejo de morta à América e ao Bush; ou ainda, ver homens-bombas provocando a morte de milhares de pessoas. Aliás, muitas destas ações são, mesmo, injustificáveis. Mas, não podemos negar que todo este ódio tem uma razão de ser, e a luta pelos corações e mentes estará sempre presente em qualquer guerra.

Figura? Click: Moidsch

P.S.: Texto produzido para a cadeira de Jornalismo Internacional

postado por: INGRID GUERRA 10:31 PM DIZemBUCHA aí!! Comments:


on-line


Ingrid/Female/21-25. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Rio Branco, speaks Portuguese and English.
This is my blogchalk:
Brazil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Branco, Portuguese, English, Ingrid, Female, 21-25.

O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil
arquivo