DIZem BUCHA

Não adianta procurar, pois aqui, você não vai achar nada para te agradar! Mas, se mesmo assim você quiser espiar, sinta-se livre para "DIZemBUCHAR". Frase do momento: Sim, não há mais comentários em meu blog. Para a felicidade ou tristeza geral de meus leitores.



Quarta-feira, Julho 28, 2004

Balanço de Férias (absolutamente banal e besta)


As férias estão acabando e eu aqui pensando: o que foi que eu fiz delas? Neste meu momento, nada proveitoso, de meu querido diário.
Sei que não existe nada mais chato do que ficar lendo historinhas bestas de uma garota que usou um mês inteirinho para hibernar. Sim, como os ursos costumam fazer, eu simplesmente aproveitei o friozinho do inverno para permanecer no mais absoluto torpor.
Calma, eu usei um pouco do meu tempo em coisas proveitosas também. Fui a uma Mostra de Cinema Uruguaio super bacana que aconteceu na Usina do Gasômetro e apresentou filmes inéditos, sem legenda, de nossos vizinhos. Fui ao cinema assistir "Homem Aranha 2" e "Benjamim". Li 2 livros bacanas: "A Revolução dos Bichos, de Eric Arthur Blair - ou Geoge Orwell, como preferirem -; e "Yargo" de Jacqueline Susann - um romance que fala sobre a vida em outros planetas. Conheci a "Touch" e a "Zap". Fiz 2 novos "pseudo-poemas" que pretendo dar-lhes um destino mais útil e para isso devo mantê-los inéditos. Enfim, aproveitei meu ócio para pensar, ler e ver coisas novas.
Infelizmente acabei abandonando meu já deserto blog. Alias, foi por isso mesmo que desisti dos meus "coments". Se nem mesmo eu entrava aqui, imagine os outros?! As estatísticas do blog chegaram a um nível tão baixo que resolvi não sofrer mais. Assim, eu não entro aqui com esperanças de algum comentário, nem que seja para me xingar, e ninguém se sente obrigado a comentar. Todos ficam felizes desta forma.
Caso alguém deseje ardentemente comentar algum texto, me mandar um recado, me mandar a merda, ou dizer que me ama, basta enviar um e-mail para: ing_war@hotmail.com. Pronto! Problema resolvido.
Sem mais nada a dizer deixo vocês com minhas pífias palavras e a música "alegria" de Arnaldo Antunes (?). Abraços a todos.


Alegria

eu vou te dar alegria
eu vou parar de chorar
eu vou raiar um novo dia
eu vou sair do fundo do mar
eu vou sair da beira do abismo
e dançar e dançar e dançar
a tristeza é uma forma de egoísmo
eu vou te dar eu vou te dar eu vou

hoje tem goiabada
hoje tem marmelada
hoje tem palhaçada
o circo chegou

hoje tem batucada
hoje tem gargalhada
riso e risada
do meu amor

* Arnaldo Antunes


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postado por: INGRID GUERRA 4:17 AM


Quarta-feira, Julho 21, 2004



Uma Louca Tempestade

Eu quero uma lua plena
Eu quero sentir a noite
Eu quero olhar as luzes,
que teus olhos não me têm deixado ver
Agora eu vou viver

Eu quero sair de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
pela pele um pensamento me fará
Uma louca tempestade

Eu quero ser uma tarde gris
Quero que a chuva corra sobre o rio
O rio que por ruas corre em mim
As águas que me querem me levar tão longe
Tão longe que me façam esquecer de ti

Eu quero partir de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
pela pele um pensamento me fará
Uma louca tempestade


Composição: Totonho Villeroy e Bebeto Alves - na voz de: Ana Carolina

Figura? Click: moidsch

postado por: INGRID GUERRA 2:28 AM


Quarta-feira, Julho 14, 2004

Amanhã, é tarde demais!



Recebi uma notícia muito triste hoje. Algo que leva ao chão todas aquelas bobagens com que nos incomodamos e nos preocupamos diariamente.
É nestes momentos que vemos o quanto perdemos nosso tempo brigando com pessoas que, por não estarem em uma boa fase, descarregam sobre você as frustrações de um dia, de um mês, de um ano, ou de uma vida. E que embora se arrependam, após refletir sobre isso, sentem vergonha em se desculpar. Preferem perder uma amizade a "se rebaixarem". Crêem que o orgulho é seu maior triunfo.
Em situações como essa é que desejamos mostrar ao mundo o quanto amamos nossas famílias, nossos amigos, nossos irmãos, nossos pais. Nos esquecemos que eles estiveram sempre ali, esperando esta demonstração de afeto que às vezes "chega" tarde demais.
Estamos mais preocupados com uma professora que não nos avaliou satisfatoriamente, com um amigo que falou uma besteira, com o vizinho que roubou o jornal. Ou, talvez, estejamos trabalhando tanto e com tantas coisas para pensar que se quer lembramos de dizer o quanto amamos quem está próximo a nós ¿ mesmo que a km de distância.
Nossa vida mudou. A tecnologia "aproxima" de nós, hoje, coisas (e/ou pessoas) que nunca imaginamos ter contato e, no entanto, às vezes, esquecemos de abraçar quem está ao nosso lado.
Temos receio de dizer aos outros que os amamos. Muitos preferem a desdenha no jogo da conquista. Quanto mais eu gosto de você, menos eu irei demonstrar. O pior de tudo é que isso funciona. Desejamos o que não temos, supervalorizamos o alheio, estimamos os que não vemos, defendemos quem nos calunia. E quem nos demonstra amor, deixamos ali, de lado, pois sabemos para onde correr quando ficarmos tristes. Só nos damos conta do que perdemos quando esta pessoa não está mais lá, não enxuga mais nossas lágrimas, não oferece um ombro para nos acolher.
Todas essas coisas nos fazem ver, em momentos de dor, que aquela máxima que diz: declare hoje seu amor por alguém, pois amanhã poderá ser tarde demais. É a mais pura verdade.
Mesmo assim preferimos, às vezes, discutir com nossos irmãos. Desejamos não vê-los por algum tempo. Nos magoamos com seus discursos moralista e ditatório. Porém, esquecemos que eles fazem isso por amor a nós. Além do mais, nós, também, agimos de tal forma, tentando acertar, com eles. É natural, faz parte do convívio. Mas mesmo que eles saibam que tudo é feito em nome do amor, não seria nada demais dizer, algumas vezes: mano (Aldrin), mana (Jenifer), meu - quase irmão - cunhado (Bomba); mãe (Isolde), Gurias e rapazes (não citarei nomes para não deixar ninguém de lado, ok?), pai (Paulo) EU AMO VOCÊS!!!

Esta semana faleceu o irmão de uma amiga minha, em uma acidente no trânsito. Gostaria de deixar aqui o meu pesar e dizer a ela: Estefânia, querida, conte comigo para o que for. Não posso imaginar sua dor, mas, estarei a sua disposição nesta hora tão difícil. Não lhe pedirei para ser forte. Chore o quanto precisar, chore até suas lágrimas secarem, até a dor lhe deixar prosseguir. Cuide-se minha amiga.


Figura? Click: moidsch

Errata: Não, minha mãe e meu irmão não possuem o mesmo nome, foi apenas um equivoco já concertado. Valeu Clari. Nem tinha notado... :-)

postado por: INGRID GUERRA 1:20 AM


Terça-feira, Julho 13, 2004

Agora, sim, é pra você!



Não iria falar mais nada, nada mesmo. Deixaria a vida me levar, como já ouvi alguém dizer, mas li uma coisa hoje que achei muita graça, de verdade, sem ironia. Juro por Deus.
O que li se refere indireta e erroneamente a meu post anterior. Escrevi ele pensando em uma pessoa. No entanto o chapéu acabou servindo para outra. O que aconteceu vocês podem imaginar?! Uma porção de palavras desconexas direcionada, não explicitamente, a mim.
Mas, tô na boa. Alias, tenho que agradecer a pessoa que usou o chapéu (você não me passou uma rasteira, foi injusta, o que é bem diferente, embora seja grave igual), pelo ato de bondade ao qual ela anda proclamando tanto. Na boa, não serviu para os fins específicos aos quais ela desejava, mas, acabou me dando subsídios para descobrir o que nem eu, nem ela, nunca enxerguemos.
Confesso, algumas coisas eu não quis ver e não me arrependo não. Nem por um minuto. Minha vida era melhor assim (naquele momento), com meus graus de astigmatismo bloqueando a visão. Mas algo, que se quer a usuária do chapéu sabia veio à tona após o conflito. E é por isso que eu a agradeço de verdade (sem ironias, juro, pode acreditar).
Agora, o que me resta a dizer, após os agradecimentos, é: se o chapéu serviu. Use-o. Só não fale sobre o que desconhece com tanto gosto e ódio. E não subestime os textos alheios por erros de ortografia (e ressentimentos vãos), pois, para isso, existem as gramáticas (e a reflexão). Pois o Dom da escrita ninguém me tira. Também não se ache o centro do mundo, ou que todos confabulam contra você. Sua vida irá melhorar muito e você não verá nos outros apenas um espelho que reflete os seus maiores problemas.

Bom, encerro aqui a saga de uma separação. Não falo e nem quero ouvir mais nada a respeito. Desculpem o transtorno. A partir de agora uma nova fase há de iniciar neste blog.

postado por: INGRID GUERRA 1:39 AM


Sexta-feira, Julho 09, 2004

Valorização!? (então tá!)



Fui ali, me curar de mais uma rasteira, e já volto. Não há de ser nada não. Apenas cansei de me enganar. Chega uma hora que cansa, né?!
Então, vai a merda antes que eu me esqueça?! Obrigada!

PS: Essa mensagem é direcionada (não é para todos meus leitores - alias, desculpem o transtorno), caso você esteja com sua consciência em paz, ignore-a. Caso contrário, use, abuse e aprenda com ela.

postado por: INGRID GUERRA 1:25 AM


Domingo, Julho 04, 2004



A dor de uma (ou devo dizer, mais uma) injustiça.

Engraçado perceber como, às vezes, podemos ser julgados por atos ou motivos que desconhecemos. É triste sermos difamados por uma pessoa que admiramos e a quem desejamos apenas o bem. É inaceitável ouvir (ler) coisas horríveis da boca de alguém que te conhece há tanto tempo e percebê-la incapaz de notar que você só desejou, sempre, sua amizade, nada mais.
É revoltante saber que uma pessoa, que você gosta, tem a capacidade de chamá-la de interesseira e escrever coisas que você nunca leu nem de seus piores inimigos.
Sempre considerei qualquer espécie de julgamento injusto e medíocre, por isso mesmo, procuro evitá-los ao máximo. Não posso, porém, impedir que outros teimem em fazê-lo. Afinal, somos livre em nossos pensamentos e ideais.
E infelizmente as pessoas preferem julgar a ouvir. Condenar a compreender. Pisar sem se quer dizer o porquê.
Estou triste, pois, hoje, perdi uma "grande amiga". Nem sei o porque de tanto rancor, só posso dizer que não fiz nada para merecê-lo, ou se fiz, foi sem perceber. E se isso ocorreu, queria ter apenas a possibilidade de me redimir, embora considere que algumas palavras tenham sido mais cruéis do que qualquer atitude que eu possa ter cometido.
O perdão é divino e, embora eu não seja (divina), aprendi a não guardar ressentimentos. Aprendi a aceitar os erros dos outros e a esquecer os momentos ruins. Aprendi que as lágrimas costumam nos libertar de pensamento impuros e que uma hora elas secam e a vida segue seu rumo. Aprendi que uma boa conversa é capaz de solucionar os maiores problemas, atritos e "maus-entendidos" (?). Que antes de qualquer coisa, você deve tentar descobrir o porquê de algumas ações, e nunca, em hipótese alguma, espezinhar sobre alguém, mesmo que esteja magoado com ela. Mas todos estes ensinamento foram passados a mim através do tempo e das lições que busquei em cada situação. Talvez seja isso que as pessoas chamem de maturidade. Um dia, quem sabe, outros possam desfrutar dela (maturidade).

postado por: INGRID GUERRA 3:46 AM


Sexta-feira, Julho 02, 2004




Lutar sempre, esmorecer jamais.

Nada como um dia após o outro. Depois de todo o estresse do último mês de aula: provas, apresentações e entregas de trabalhos, "mil" leituras de livros e xerox, discussões com professores e "complicações" com notas erradas. Chegou, finalmente, a merecida hora do descanso. Melhor do que isso, com boas notas e com a certeza de que vale a pena lutar por nossos ideais e convicções. Valorizando, acima de tudo, a nós mesmos e sem deixar ninguém desmerecer nossos esforços.
Agora é pôr as pernas pro ar e pegar mais um dos meus preciosos exemplares da literatura latina de García Márquez e me entregar ao prazer supremo. E espera que os anjos estejam conspirando a meu favor para que alguns projetos "saiam" do patamar de promessas apenas. Seja o que Deus quiser!

Relatos de uma tórrida relação (sem preconceitos com o sexo).

Quando ela me encontrou, não demorou muito para me levar para cama. Deixou-me com uma enorme sensação de cansaço e lentamente me fez sentir arrepios. Me fez soar profundamente, me fez gemer até resmungar.
Fiquei ofegante e sem ar, a minha cabeça fez latejar, da cama não fui capaz de sair. Quando tudo terminou, ela foi embora, deixando apenas sua assinatura com amor: à gripe.


Figura? Click: moidsch

postado por: INGRID GUERRA 2:43 AM


Quinta-feira, Julho 01, 2004

Depois da revolta - e estresse -, hora de chorar - e me lamentar - por tudo e por nada!



Figura? Click: moidsch


My immortal

I'm so tired of being here
Estou tão cansada de estar aqui
suppressed by all of my childish fears
Reprimida por todos os meus medos infantis
and if you have to leave
E se você tiver que ir
I wish that you would just leave
Eu desejo que você vá
because your presence still lingers here
Porque a sua presença ainda persiste aqui
and it won't leave me alone
E isso não vai me deixar sozinha

these wounds won't seem to heal
Essas feridas não vão cicatrizar
this pain is just too real
Essa dor é bem real
there's just too much that time cannot erase
Há muita coisa que o tempo não pode apagar

when you cried I'd wipe away all of your tears
Quando você chorasse eu ia limpar todas as suas lágrimas
when you'd scream I'd fight away all of your fears
Quando você gritasse eu lutaria contra todos os seus medos
and I've held your hand through all of these years
Eu seguraria a sua mão durante todos esses anos
but you still have all of me
Mas você ainda tem tudo de mim

you used to captivate me
Você me cativou
by your resonating light
Com sua vida ressonante
but now I'm bound by the life you left behind
Agora eu estou destinada à vida que você deixou para trás
your face it haunts my once pleasant dreams
Seu rosto freqüenta meus sonhos alegres
your voice it chased away all the sanity in me
Sua voz persegue toda a sanidade em mim

these wounds won't seem to heal
Essas feridas não vão cicatrizar
this pain is just too real
Essa dor é bem real
there's just too much that time cannot erase
Há muita coisa que o tempo não pode apagar

[refrão]

I've tried so hard to tell myself that you're gone
Eu tenho tentado me conformar de que você não está mais aqui
and though you're still with me
Mas penso que você ainda está comigo
I've been alone all along
Eu tenho estado sozinha todo esse tempo

[refrão]

* Evanecence

postado por: INGRID GUERRA 12:50 AM


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Ingrid/Female/21-25. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Rio Branco, speaks Portuguese and English.
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