DIZem BUCHA

Não adianta procurar, pois aqui, você não vai achar nada para te agradar! Mas, se mesmo assim você quiser espiar, sinta-se livre para "DIZemBUCHAR". Frase do momento: é preciso reconhecer e aceitar a perda de uma batalha. Mas não podemos nunca deixar de lutar !!!



Sábado, Junho 26, 2004

O dia em que legente (leitor) passou a ser palavra não grata.

Quando uma professora - intitulada doutora (?) - utiliza uma metodologia que nem mesmo educadores do ensino fundamental pensam ser funcional e se orgulha disso, dizendo que os alunos precisam - e assim conseguirão - amadurecer, ao corrigirem as resenhas feitas por outros (alunos), pois serão avaliados de tal forma no decorrer do curso, você tem duas opções:
1. Discutir com a ansiã - tentando provar a ela (o que ela sabe, mas, a idade, e falta de discernimento não permitem a ela admitir) que as coisas mudam e essa estratégia não é proveitosa a ninguém. Isso, claro, se a "bolachinha" deixar você falar.
2. Ou aceitar a porcaria de avaliação que seus colegas (que não sabem que uma resenha pode e deve ter título) fizeram de seu trabalho. Contentando-se, assim, com uma nota que você sabe injusta.
Obviamente fiquei com a opção "UM". Embora tenha ouvido grandes imbróglios do tipo: você escolheu esta instituição e ela trabalha assim, "os incomodados que se mudem" (sendo que você sabe que a coisa não é bem assim e o único professor que trabalha dessa forma é ela). Que suas (da profª questão) avaliações dos trabalhos são feitas partindo do melhor ao menos satisfatório. Não obstante, o seu foi considerado abaixo do esperado. O que, obviamente é a maior asneira que você já ouviu (não é questão de "me achar a melhor", mas, li as outras resenhas e a minha não deixa a desejar em momento algum, ao contrário), afinal, embora seu trabalho tenha tido um equívoco de formatação, é um dos melhores da classe.
Sem contar, é claro, com a falta de coerência da mesma (profª) ao assumir que embora saiba que os alunos não estão prontos para tais avaliações ela não baixa o nível de sua metodologia, mas, espera que você não use mais palavras rebuscadas, como legente (leitor), em seus trabalhos, pois o "público-alvo" não está preparado para tais termos.
Agora me digam, é pra rir ou pra chorar?

postado por: INGRID GUERRA 3:22 PM DIZemBUCHA aí!! Comments:


Quinta-feira, Junho 17, 2004

FAZ PARTE DO MEU SHOW




Não é novidade pra ninguém que eu tenho um certo apego pelos anos oitenta. Uma nostalgia boa de quem viveu a época, mas, pela idade, não aproveitou tudo o que a década tinha a oferecer. Não, eu não tinha pretensões de "libertinagem sexual", drogas e rock'n'roll. Talvez só rock'n'roll. Nacional, claro!
Sou 'fã', até hoje, de grupos e cantores que embalavam as festas de garagem daqueles anos. E embora tenha um apego por todos eles: Lulu Santos, Capital, Barão, Kid Abelha, Renato Russo (na verdade comecei a gostar de Renato bem depois), etc. Cazuza sempre conseguiu me tocar mais.
Eu era uma garotinha, apenas. Mas já tinha minhas preferências formadas - por sinal, gostava de Gal Costa cantando "Brasil, mostra a sua cara ..." (mas, não tenho certeza se foi em "80" [?]) -, meus ídolos, minhas paixões (Airton) e consciência suficiente para saber a importância de cada um deles em minha vida.
Lembro-me que já naquela época uma das composições de Cazuza me tocava profundamente e, desde então, sempre que a ouço, ou me recordo dela, sinto-me, de certa forma, voltando ao passado e revivendo aqueles doces anos. Sim, para mim a década de 1980 foi doce como mel. Gostosa, com sabor de quero mais. Época das brincadeiras nas ruas: esconde-esconde; pega-pega; subir em árvores com pedaços de azulejos e velas durante a noite; banhos de chuva. Ah, são tantas coisas, mas, voltemos a canção. Ela começa assim: "pra que menti, fingir que perdoou. Tentar ficar amigos, sem rancor. A emoção acabou, que coincidência é o amor, a nossa música nunca mais tocou...". Codinome beija-flor é para mim uma das mais belas canções deste poeta. Talvez porque ela tenha um significado especial em minha vida. Talvez por ter embalado um romance conturbado em uma novela da época. Não sei. Sei apenas que a adoro.
Todo este prólogo tinha como propósito inicial falar sobre a mais nova estréia do cinema nacional. "Cazuza, o tempo não pára". Poderia escrever um bocado sobre a película. Sobre o que gostei e o que não gostei. Mas, tive uma surpresa tão bacana quando procurava fotos para ilustrar meu texto que, ao invés de escrever um crítica, irei mostrar-lhes a primeira "analise fílmica" que vai ao encontro do que senti ao deixar a sala de projeção. Como vivo proclamando que minha opinião difere a dos "especialistas", nada mais justo do que, quando não houver diferença, apresentar-lhes a deles. Então, vamos lá. Click aqui.




postado por: INGRID GUERRA 12:47 AM DIZemBUCHA aí!! Comments:


Terça-feira, Junho 15, 2004

COISA DE CRIANÇA (ou: reclamação infantil - eu sei!)




Desde a época da escola este "mal" atormenta minha vida. E olha que me considero uma pessoa sociável, na medida do possível, claro. Mas não adianta, não consigo me adaptar a trabalhos (escolares, diga-se de passagem) em grupo.
Isso, definitivamente, não foi feito pra mim. Não que eu ache a proposta irrelevante, ao contrário, a considero muito proveitosa. Principalmente hoje em dia que a idéia de Michel Maffesoli: do "estar junto" parece (cada vez mais), irritantemente, evidente. Sem contar que os "Recursos Humanos" adoram uma dinâmica grupal.
Porém o "esquema" não funciona comigo. Os professores insistem, acham a didática excelente, acreditam que isso ajuda no crescimento da pessoa humana (como diria meu profº. de religião e, quiçá, Jean Paul Sartre [?]) etc. Tudo balela!
Mesmo que o "mundo" faça você pensar que esse "não-funcionamento" só ocorre com você, ou com as pessoas que você escolheu (ou foi escolhida [?]) para trabalhar, a verdade "nua e crua" é que trabalhos em grupo não funcionam (lembrem-se, estou discutindo sobre os escolares).
Minha teoria é de que essa "idéia" tenha surgido da mente insana de um sádico que desejava ver as pessoas enlouquecidas com seus semelhantes. E se meus pressupostos estiverem corretos, o "cara" deve ter orgasmos múltiplos todas as noites por seu objetivo ser diariamente alcançado.
Não consigo entender o que leva as pessoas, quando agrupadas, a dedicarem-se menos a suas tarefas. É impressionante como, indiferente ao numero de integrantes, sempre existe alguém que consegue se safar do trabalho. Ou então o (a) típico (a) "enfezadinho (a)", que depois de alguns "puxões de orelha" até resolve se mexer, mas, o resultado é tão deplorável que o melhor era que nem tivesse perdido tempo "naquilo".
O pior de tudo é que o máximo que você pode fazer, caso isso ocorra, é assumir o controle e "dar" o melhor de si, salvando assim, suas notas semestrais do abismo. E, como não poderia deixar de dizer, se acostumar com o "sistema". Afinal, você ainda tem 3 anos de trabalhos pela frente. Ó vida!


Figura? Click: moidsch

Aviso:

ANTES DE "CURTIR" UMA ONDA NOVA, ANTES DE DAR UM TEQUINHO INOCENTE, ANTES DE FUMAR UM BAGULINHO NATURAL, ANTES DE DAR DINHEIRO AO TRÁFICO PARA QUE ELES COMPREM UM ARSENAL E MATEM ALGUÉM QUE VOCÊ REALMENTE GOSTA, PARE E FAÇA ALGO QUE VOCÊ NÃO FAZ HÁ MUITO TEMPO...

PENSE!

postado por: INGRID GUERRA 12:32 AM DIZemBUCHA aí!! Comments:


Terça-feira, Junho 08, 2004



Definitivamente a beleza de Jake Gyllenhal é o que há de melhor em The Day After Tomorrow. Não sei se sou eu, ou o cinema americano que ''anda'' pateticamente repetitivo. Ok, ok, sempre foi, mas, agora a repetição está se tornando absurdamente irritante.
O assunto abordado no filme - o aquecimento global - é super relevante, mas, ele não me inspirou a discutir os efeitos da emissão descontrolada de poluentes e nossos maus hábitos, como pretendia (?) o diretor Roland Emmerich. Além disso, os maiores prejudicados - ao menos na trama - parecem ser, como sempre, os EUA; o que, para alguns, não é nenhuma catástrofe, mas, sim, uma "vingança divina".
Claro, não posso esquecer de falar dos efeitos especiais tão aclamado por todos. São bacanas e te fazem liberar um pouco de adrenalina em alguns momentos, porém, nem mesmo eles (efeitos) fazem valer o ingresso.
Outro detalhe a ser comentado é que, ao menos nesta película, os americanos não se consideram tão heróis assim. Reconhecem até, da forma deles, o valor dos países do chamado "terceiro mundo". O resto á a balela de sempre, romance e "dramalhão familiar" como pano de fundo. Para quem gosta do gênero (Catástrofes) ou sai de casa para ver rostinhos bonitos, pode até valer a pena conferir. Fora isso, não se dê ao trabalho.



The Day After Tomorrow


Jake Gyllenhal

postado por: INGRID GUERRA 1:00 AM DIZemBUCHA aí!! Comments:


Sábado, Junho 05, 2004

Gente, minha memória sumiu!

Totalmente perdida no tempo e espaço, cá estou eu, a procura de minha memória. Estes vãos apontamentos de impressões me abandonaram, sem dó nem piedade, assim como fiz com esse - já deserto - espaço que guarda meus devaneios diários (ou devo dizer semanais?).
Nestas últimas semanas, o pouco de massa encefálica que retinha minhas lembranças decidiu entrar em greve e - como não poderia deixar de ser - causou "desastres" em minha vida.
Além do imperdoável esquecimento do aniversário de minha estimada "maninha-do-coração" - que, por sinal, fez-me uma bela homenagem no meu ("níver") -, companheira de confidências, caminhadas, festas e de chororôs, Clari. Fez-me "pagar um grande King-Kong" e cultivar a ira de alguns colegas - de francês - pelo fato de, após alguns meses de convívio, eu ainda não ter conseguido lembrar os nomes dos mesmos quando precisei apresentar cada um deles. Meu constrangimento foi tanto (nos dois casos) que ao final da aula (e ao telefone) tentei justificar-me. O que, obviamente, acabou piorando a situação e aumentando de forma considerável meu embaraço.
Andava tão avessa aos dias que nem mesmo reconheci a aproximação do mês de junho. Maio passou tão depressa e fora tão conturbado que me fez esquecer um pouco a contagem cronológica do tempo. Adicione a isso um estresse mental que me impossibilita de escrever algo além de resenhas de livros acadêmicos ou assemelhados e uma enxaqueca crônica que me acompanhou durante esse período e parece não querer me deixar tão cedo.
Ainda assim, nada justifica o esquecimento de data tão relevante como o aniversário de quem gosto tanto. Desejaria escrever neste momento uma bela homenagem e, claro, um super pedido de desculpas a minha amigona de anos, mas, estou temporariamente incapaz de tal ato. Pois a mensagem não expressaria todo meu pesar pelo lapso que tive.
Espero apenas que, conhecendo-me, consigas me perdoar - um dia - pela falha e não penses que por estar longe esqueci de ti (ou nossa outra "maninha", Amanda). Um super abraço bem apertado, Clari, e que seus dias sejam melhores a cada instante. Muito amor, saúde, paz! Feliz aniversário (bem atrasada! 03/06)


postado por: INGRID GUERRA 9:50 PM DIZemBUCHA aí!! Comments:


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Ingrid/Female/21-25. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Rio Branco, speaks Portuguese and English.
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