O lugar onde você encontra tudo o que deseja - poemas, letras musicais, resenhas de filmes,dolls, gifs, histórias da vida real - e o que não deseja também.
Quarta-feira, Outubro 29, 2003
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Também quero !!!!!!
Lendo a revista DonnaZH que nesta edição - 26 de Outubro - destaca a presença das autoras gaúchas que lançam suas novas obras na 49º Feira do Livro [a reportagem aborda um pouco a história destas gaúchas que estão conquistando (ou já conquistaram) o país] adquiri um novo ânimo e, confesso, fiquei com uma pontinha de inveja, mas, uma inveja gostosa e incentivadora, daquelas que nos impulsionam a buscar o que aspiramos com, cada vez mais, afinco.
Se meu futuro como jornalista não for "glorioso" [ou, pelo menos, satisfatório] tentarei entrar neste mundo encantado [(ou) como diria a "rainha dos baixinho": no lindo mundo da imaginação], no qual somos - realmente - donos de nosso destino, sendo que, nada é capaz de nos impedir de visitar lugares que, talvez, nunca tenhamos chance de conhecer de verdade.
Isso pode parecer um tanto paradoxal, afinal, para quem até alguns anos atrás detestava português, preferindo mil vezes um gigantesco calculo matemático ao mostro devorador de gente que é gramática, agora não pensar em nada longe dela, é realmente estranho. No entanto, os livros sempre me atraíram bastante, implicava apenas com a obrigatoriedade de ler obras que não me atraiam naquele momento, e com essas regras ¿chatinhas¿ impostas para o bem falar/escrever.
Reconheço que ainda não nos entendemos muito bem: continuo esquecendo acentos; colocando vírgulas onde não há; escrevendo palavras com um 's' só, quando deveriam haver dois, ou o mesmo com "érres"; além de muitos outros deslizes que cometo todos os dias. No entanto, não acho que isso seja impedimento, pois, basta termos força de vontade e atitudes para [lutar] conquistarmos nosso "tão sonhado lugar ao sol".
13º Bienal da Cultura Japonesa.
Em ritmo de Bienal [do Mercosul] a PUCRS [junto ao prédio 11] sediou, de 21 a 25 de Outubro, a 13º Bienal da Cultura Japonesa - promovida pelo Instituto de Cultura Japonesa em parceria com a Sociedade Nipo-Brasileira do RS e Consulado Geral do Japão em Porto Alegre - com exposições de ikebanas, bonsai, origami, máscaras do folclore japonês, utikate (kimino de noiva), gravuras em material plástico, pinturas clássicas, bonecos, painéis expositores sobre a cultura japonesa, lanternas que possuem um significado diferenciado para as cores em que elas são confeccionadas, entre outros.
A exposição deixou a desejar no quesito organização. Uma Universidade que orgulha-se de receber 5 estrelas [desempenho máximo] no ranking dos melhores cursos do Brasil, divulgado através do Guia do Estudante da Editora Abril referente, entre outro, ao seu curso de Relações Públicas poderia elaborar melhor seus eventos e valorizar adequadamente seu público.
Ao visitar a exposição constatei que as legendas relativas ao idioma japonês, para as pinturas clássicas, estavam com formatação imprópria, pois, até onde sei, os escritos deveriam ser lidos de cima para baixo [não na horizontal] e da direita para esquerda [não o contrário], diferentemente da formatação que aparecia nitidamente errada. Na dúvida abordei duas senhoras - uma de descendência japonesa - que estavam ali cuidando de alguns detalhes do material. Foi então que recebi a confirmação de que estavam corretos meus pressupostos, mas, infelizmente elas não conseguiram informar-me nada além disso, justificando, apenas, que as legendas haviam sido enviadas pela consulado Japonês. Embora esta constatação tenha me deixado um tanto desestimulada, prossegui observando os objetos, quando me deparo com um UTIKATE [veste tradicional japonesa cujas origens datam do período Muromati, séculos XIV e XV, quando as damas das famílias Samurais os vestiam sobre o Ksode, um kimono de seda formal. Hoje, o Utikate, é usado como vestido de noiva, branco - indicando: imaculado; vivamente coloridos ou em bordados coloridos. Estas informações foram retiradas das legendas] que possuía tamanho duvidoso, principalmente se considerarmos que japonesas, via-de-regra, são relativamente baixas em sua estatura, portanto, uma vestimenta com aproximadamente 2 metros de comprimento seria algo desproporcional e incomodo, porém, esta foi uma dúvida que permaneceu comigo já que as senhoras que antes se encontravam na exposição já haviam deixado-a.
Apesar dos 'percalços' e de informações desencontradas pude apreciar a belíssimas mostra de bonsai e descobrir alguns ¿segredos¿ desta obra de arte, tais como: a origem de seu nome [japonesa] que significa 'plantado em bandeja'; um bonsai pode ser produzido a partir de diversas espécies arbóreas e arbustivas e de algumas trepadeiras lenhosas; que um bonsai deve ser tratado de forma que permaneça pequeno, mas conservando as características e a aparência de uma ¿árvore¿ adulta [apresentando características de maturidade, como casca, flores e frutos]; e que ela [bonsai] não deve ser fruto apenas da imaginação do cultivador, ela deve se aproximar o máximo possível do formato de árvores adultas em seu meio natural. Outro objeto a me chamar à atenção foram os belos origamis em forma de coruja, gatos etc. Saí de lá lamentando - de certa forma - não ter levado minha câmera fotográfica.
 E, para quem quiser conhecer mais a fundo a cultura Japonesa, o Instituto de Cultura Japonesa oferece à comunidade os cursos:
Bonsai
Língua Japonesa
Kendô
Karatê
Mangá [deve ser muito bacana]
Shiatsu
Origami
Ikebana
Culinária Japonesa
Shorinji Kempo,
* Mais informações:
Prédio 08 - 5º andar - sala 501
Site: www.pucrs.br/icj
E-mail: cultura-japonesa@pucrs.br
postado por: INGRID GUERRA 12:14 AM Dizembuche você também
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Terça-feira, Outubro 28, 2003
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Lisbela e o Prisioneiro
Lisbela e o prisioneiro é uma comédia romântica que, como todo filme do gênero que se preze, tem uma mocinha: Lisbela (Débora Falabella); um mocinho, mesmo que as avessas: Leléu (Selton Mello); um bandido matador: Frederico Evandro (Marco Nanini) e, como não poderia deixar de ser, alguns outros personagens que apimentam, atrapalham e trazem graça a trama.
A Narrativa se passa em uma pequena cidadezinha no interior nordestino, onde vive a romântica Lisbela - que tem paixão por cinema e vive sonhando com cenas de filme de "Hollywood", obviamente, protagonizadas por ela - ao lado de seu noivo Douglas (Bruno Garcia), um pernambucano "abestalhado" que depois de uma visita ao Rio de Janeiro passa a falar com um sotaquezinho muito engraçado.
Leléu um legítimo malandro conquistador chega a cidade fugindo de uma de suas aventuras amorosa e, para não perder a ¿prática¿, começa a aplicar seus embustes ali mesmo. Sem que ele possa presumir, é em uma de suas apresentações [ou devo dizer, um de seus trambiques] que Lisbela cruza seu caminho e ambos se apaixonam, quase que, imediatamente. Mas, como nem tudo é azul e nem o paraíso, eles terão que enfrentar muitos percalços antes do Happy End. Afinal, Léleu está fugindo do matador Frederico Evandro que está decidido a "dar cabo" da vida do malandro devido ao envolvimento dele [Leleu] com sua mulher, Inaura (Virginia Cavandish), sem contar que Lisbela é filha única do Tenente Guedes (André Mattos) que nem em sonho deseja ver sua princesinha nas mãe de um Cafajeste destruidor de corações.
A história [imperdível] é baseada em uma peça de teatro de Osman Lins, roteirisada por: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso. E dirigida, também, por Guel Arraes. Qualquer semelhança com "o Auto da Compadecida" é 'mera coincidência'!!!
postado por: INGRID GUERRA 11:44 PM Dizembuche você também
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Domingo, Outubro 26, 2003
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Descobrindo erros.
Através de um bate papo [com minhas maninhas] no qual contava os episódios que marcaram minha vida nos últimos tempo, percebi um grande erro que, não apenas eu, mas, a grande maioria das pessoas comentem.
Nos acostumamos tanto com os fatos estabelecidos e temos tanto medo de mudanças que quando algo acaba somos levados a rejeitar ou a não aceitar seu fim.
Estamos tão atrelados "aquilo" que não conseguimos conceber nossas vidas sem aquele "objeto" ou 'relacionamento", que muitas vezes [embora não tenhamos "querido" enxergar] nunca 'tenha tido' realmente a possibilidade de um dia existir.
Parece estranho ou até mesmo confuso, mas, torna-se muito simples quando exemplificado. Então, aqui estou eu para esclarecer-lhes os 'fatos'.
Você esta a anos dedicando imenso carinho a alguém que, talvez [veja bem, eu disse talvez, não dei-lhes nenhuma certeza], também devote sentimento semelhante a você [ o que não significa que ele(a) goste de você como você dele(a), ou como você desejaria que gostasse]. De repente, sem motivos aparentes [pelo menos a você] aquilo acaba: vocês já não se encontram mais; ele(a) está sempre comprometido demais com outras coisas para lhe dedicar - mesmo que - o mínimo possível de atenção; você já nem reconhece mais sua [a dele(a), no caso] voz ao telefone, pois a séculos ele(a) não liga para você; e nem mesmo e-mails vocês trocam mais. Se isso acontecer é porque, o que um dia existiu entre vocês acabou. Não adianta espernear, chorar, ou fazer birra, é preciso aceitar que tudo na vida passa, inclusive, a dor que ficou no seu coração após tudo isso.
No entanto, não é assim que agimos. "Acreditamos" [fielmente] que nossa revolta possa trazer de volta a "alegria" aos nossos corações. Muitas vezes nos rebaixamos, caímos aos pés da pessoa pedindo migalhas de sentimentos ou de atenção, pois queremos ao menos mais um minuto ao lado dele(a). Afinal, já nem sabemos mais ao certo o que será de nos sem aquela presença, mesmo que, muitas vezes ausente. E infelizmente, é aqui que erramos.
Erramos, quando deixamos de nos preocupar com o nosso bem estar e com nossa vida, deixando nas mãos dos outros a nossa felicidade. Nossa felicidade depende única e exclusivamente de nós, e humilhar-se em busca de resquícios de carinho não ajuda nenhum pouco nossa auto-estima, ao contrário, ela se dilacera de tal forma que torna-se muito difícil reconstrui-la posteriormente. Além disso, por mais senso comum que seja "ninguém ama alguém que não se ama" ou que não tem respeito por si mesmo. Por isso, é melhor você começar a encontrar atrativos em você ou ficara em maus-lençois.
Não se preocupe com sua aparecia física, ou pelo menos, não exagere nos cuidados, o que você precisa mudar para passar a se amar não é exatamente sua imagem refletida no espelho, mas sim, a sua imagem interior.
Saia mais; vá ao cinema; caminhe sozinha logo pela manhã ou no finalzinho de noite; saia com os amigos, mesmo quando não esta com muita vontade, ou fique em casa e leia um bom livro; jogue os jogos mais violentos que você tiver no computador e deposite sua raiva ali mesmo [mas cuidado para não destruir o teclado, hein!!!]; faça trabalhos atrasados; ouça suas músicas favoritas [não depressivas, claro]; jogue conversa fora; e tente manter sua mente o mais ocupada possível. Quando você menos esperar já terá esquecido tudo o que aconteceu. Terá aprendido a gostar mais de você e perceberá que tudo acontece na hora certa. Aprenderá - ainda - que podemos tirar proveito e lições de todas as coisas, só basta deixarmos nossa percepção atenta para os ensinamentos da vida. Portanto, não deixe a felicidade escapar de suas mãos e aprenda a abandonar "o inexorável".
postado por: INGRID GUERRA 11:00 AM Dizembuche você também
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Quinta-feira, Outubro 23, 2003
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Nem tudo muda!!!!
Após uma cansativa viagem de Porto Alegre a Ijuí; Ijuí a Sta. Rosa; Sta. Rosa a Ijuí, finalmente pude descansar um pouco, não antes, claro, de rodar a cidade levando minha mami e mana para todos os lugares que elas queriam ir, e de rever meu queridissíssimo cunhado a quem tenho um imenso carinho [embora ele tenha mania de arrumar os piores apelidos possíveis para mim].
Conversei com minhas ¿maninhas¿, visitei minha cumadre [ou devo dizer pseudo-cumadre, já que não serei mais madrinha de casamento dela], voltei a minha [ex] casa ¿ onde atualmente mora minha maninha de coração, a querida fofety ¿ que por sinal foi muito bem decorada por sua mãe. Visitei minha antiga faculdade que esta muito bonita, totalmente ¿florida¿, isso tudo ¿ ou quase ¿ na Sexta feira.
Sábado foi a vez de reencontrar colegas pelas ruas, amigos no parque de exposições - já que estávamos na semana de aniversário da cidade, quando ocorre a expoijui e fenadi [que são as feiras que trazem além de produtos de vendas: roupas, carros, animais, etc. a cultura das etnias dos país que colonizaram a cidade, mostrando suas casas, danças e comidas típicas de cada um dos colonizadores] ¿ além de conhecer novas pessoas, ir ao show do Charlie Brown Jr. e descobrir que nem tudo muda.
Conhecendo Apolos ...
Uma pessoa que conheci e a quem quero dedicar algumas linhas é o namorado de uma de minhas maninhas a Amanda [que alguns de meus leitores já conhecem por lerem meu antigo blog]. Certa vez, em comemoração ao seu aniversário [da Amanda], escrevi um texto a respeito da forma como nos conhecemos e contei-lhes um pouco a respeito de sua ¿sorte¿ no amor, desejando, ainda, que ela encontrasse alguém que realmente soubesse valoriza-la como ela merece e trouxesse muitas alegrias aquele coraçãozinho um tanto quanto ¿receoso¿.
Pois é, acho que minhas vibrações positivas deram resultado. Embora não o conheça muito bem, creio que ela encontrou essa pessoa. Um garoto muito bacana, que apesar da pouca idade parece saber tratar uma garota melhor do que muito marmanjo por aí. Gentil, educado, divertido e muito carinhoso pelo que pude perceber. Só precisa ser mais pontual e cuidar melhor da higiene dos locais onde compra bebidas [mas, tudo bem, isso são coisas que se aprende com ou tempo, risos.... nem esquenta, pois eu ainda não aprendi heheheh]. Espero que vocês fiquem muito tempo juntos, que o carinho de vocês ¿ um pelo outro ¿ aumente a cada dia, e que você nunca perca seu jeitinho fofo de tratar minha maninha, assim você não perderá o cargo de ¿Apolo da Amanda¿.. hehehehe!!!!! Um grande abração para você Vini, se cuida, foi um enorme prazer conhece-lo.
Bom, agora é torcer para que minha outra maninha [Clari] consiga resolver seu lado afetivo com seu único e verdadeiro APOLO [tem acento?]!!! Sorte miga, bIG.... abs procês.
¿Sem jeito¿, mas feliz.....
Ao retornar a Porto Alegre fui surpreendida com a ¿notícia¿ de que meu professor de Teoria da Comunicação a quem dediquei o texto ¿Um ser humano feito de chocolate¿ havia entrado em meu blog e lido a homenagem que fiz a ele.
Em um primeiro momento fiquei sem reação, para em seguida pensar em suicídio ou assassinato [no caso, o assassinato de minha colega Chris, que foi a responsável pela divulgação, ao professor, do meu blog].
Fiquei realmente estupefada com a possibilidade de meu querido professor Jacques Ter lido meu modesto bloguinho [com os devaneios de uma tímida garota de vinte e poucos anos].
Nunca pensei que minha homenagem chegasse as suas mãos, até porque, essa nunca foi minha intenção, muito menos passou pela minha cabeça que ele chegaria até aqui, mas, o improvável fez-se acontecer.
Felizmente, ao que parece, o querido professor Jacques gostou muito do que leu, tanto que mostrou a sua família. Fato, esse, que descobri após encontra-lo no campus onde emocionado ele veio abraçar-me e disse-me que eu havia feito sua família chorar com minha [modesta] homenagem.
Naquele momento quem quase chorou fui eu. Fiquei realmente muito feliz por ele ter tido acesso ao texto onde demostro meu carinho por esta pessoa maravilhosa. Então, ao voltar para casa, já não mais com instintos assassinos, liguei para minha colega Chris e agradeci pela oportunidade, já que, se dependesse de mim, eu nunca mostraria a homenagem ao professor, principalmente pela minha imensa timidez.
Incrível, não?!!!!
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Cruisoo, não ahca?
postado por: INGRID GUERRA 10:44 AM Dizembuche você também
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Sexta-feira, Outubro 17, 2003
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Cansada em todos os sentidos [momento TPM, ou seria TDM?]
Cansei. Cansei de tentar atualizar meu blog e meu pc trancar antes que eu clique em postar. Cansei do meu computadorzinho (ex queridíssimo) que não funciona direito, da minha impressora que se quer liga, de não saber o que esta acontecendo no mundo, da minha falta de memória, de ser excessivamente sentimental.
Cansei das pessoas que falam coisas de mim sem se quer saber o que eu realmente penso, sinto ou faço. Cansei de tentar entender as pessoas, cansei de sincera e só 'me ralar', cansei de ouvir comentários quanto ao meu jeito de ser ou sobre o que tenho que mudar para conseguir isso ou aquilo. Cansei de fazer sempre tudo errado.
Cansei de tentar conscientizar as pessoas quanto aos problemas que possamos enfrentar em um futuro próximo, cansei. Cansei de quase tudo, até mesmo de dirigir [momentaneamente, claro. Esse cansaço é em função das mais de 8 horas que passei dirigindo de Porto Alegre a Sta. Rosa com uma pequena parada em Ijuí].
Cansei de pedir desculpas por tudo. Não vou me desculpar por escrever estas linhas aqui. Quer saber? Dane-se, estou revoltada mesmo. Geralmente não costumo escrever no blog quando estou assim, mas, hoje abri uma exceção. E porque não? Não subestimando ninguém, mas, meus leitores resumem-se a menos de 6 pessoas. O que significa que eu escrevo praticamente para mim mesma, seja lá pq motivo for. Então, tenho direito de dizer pra mim mesma: dane-se tudo.
Eu sei que escrevo bem (sem falta modéstia), tenho erros de português "as pampas", mas e daí? Isso não impede que eu faça sucesso com meus textos [que o diga Paulo Coelho]. O que me faz concluir que a escassez de leitores não é devido aos meus textos [ou talvez seja, mas não pelo conteúdo e sim pelo tamanho. Já recebi críticas quanto a isso. Mas, tudo bem, levei na boa, afinal nem todo mundo tem tempo pra ler textos gigantescos, não é? A questão é que não consigo escrever pouco, mas isso não vem ao caso agora], então azar, cansei de me preocupar com isso também.
Para ilustrar um pouco esse meu cansaço, aqui vai, uma música do nenhum de nós que reflete meus sentimentos momentâneos.
Chega, cansei de escrever.
Vou deixar que você se vá*
Minhas mãos estão cansadas
Não tenho mais onde me agarrar
Tudo já se foi
Amizade, carinho e amor
Não há mais por que lutar
Minhas mãos estão cansadas
Não vou mais lhe segurar
Vou deixar que você se vá
Não vou mais lhe segurar
Vou deixar que você se vá
Procure o seu caminho
Eu aprendi andar sozinho
Isto foi a muito tempo atrás
Mas ainda sei como se faz
Minhas mãos estão cansadas
Não tenho Mais onde me agarrar
*(Thedy Corrêa, Edgar Scandurra)
*** Quando eu conseguir maiores informações comentarei o acidente que vimos [minha mãe e eu] na estrada a caminho de Ijuí [limites de Bosano].
postado por: INGRID GUERRA 2:39 AM Dizembuche você também
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Quarta-feira, Outubro 15, 2003
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Embalos de Sábado a noite...
Sabe aquela música que diz: sábado a noite tudo pode mudar?! Pois é, meu último sábado foi um pouco assim. Ele começou um tanto borocroxô, pra baixo mesmo, mas ao decorrer do dia ele foi mudando. Tudo começou com um convite para sair.
Então pensei, porque não?!! A séculos não saio para dançar e confesso [embora eu não dance muito bem] eu ADORO dançar.
Após uma concentração regada a caipirinha e ¿batinha¿ [de coco e de morango que estavam uma delicia] fomos para as CATACUMBAS [ou será Catacumba no singular?],
Para quem não tem a mínima idéia do que seja isso, eu explico, ¿CATACUMBAS¿ é o porão do prédio de engenharia da UFGRS, onde rolam altas festas. O local é DARK, parece um labirinto e as paredes são todas grafitadas com ilustrações de anjos e demônios, não é muito ventilado mas as músicas que tocam lá são muito boas, dancei bastante, me diverti muito com o pessoal e embora tenha voltado para casa ¿cedo¿ valeu muito a pena ter aceitado o convite, pois ele permitiu-me conhecer muita gente bacana, a passar por fatos cômicos durante a noite toda, a ir a um lugar que nunca imaginaria, uma noite que sem dúvida foi totalmente diferente do [meu] convencional.
Papel social
Embora novelas sejam ¿ não esporadicamente ¿ muito criticadas não podemos negar o papel social que algumas possuem. ¿Mulheres Apaixonadas¿, rede Globo, é um bom exemplo disso: abordou temas como o alcoolismo, traição, a violência contra o idoso; casou polêmicas quanto a relação homem mulher - padre e , professora e aluno-; trouxe a tona um problema que poucos conheciam como as ¿Mulheres que Amam Demais¿; resgatou o debate sobre a virgindade ¿ seja ela masculina ou feminina ¿ ¿provando¿ que as dúvidas de hoje não se diferem muito das existentes na época de nossas mães, embora, teoricamente, a liberdade e informação sejam bem maiores. E, principalmente nos aproximou da realidade de mulher que - em pleno século XXI - sofrem com a violência de seus companheiros.
Toda e qualquer violência é um ato monstruoso e deveria ser punido apropriadamente, o que não ocorre ainda em nosso país. Mas, calar-se diante da agressão - também - não melhora a situação, ao contrário, só incentivara o agressor a continuar com suas atitudes brutais.
Posso imaginar o quanto difícil seja denunciar alguém que amamos, mas, se a pessoas por quem nos apaixonamos é capaz de nos bater, este amor pode tornar-se algo muito perigoso, e não devemos arriscar nossas vidas por alguém que não esteja disposto a nos dar amor. Não cale-se diante da agressão. Denuncie !!!!
postado por: INGRID GUERRA 1:19 AM Dizembuche você também
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Terça-feira, Outubro 14, 2003
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16º Set Universitário...
Mais uma vez o Set Universitário deixa a desejar em sua organização: escolha e explanação de assuntos propostos. Como de ¿costume¿ alguns dos palestrantes não estavam certos sobre o assunto que iriam tratar.
Embora este seja apenas o segundo ano que participo do evento, creio que o Set Universitário - organizado pela Faculdade dos meios de comunicação social da PUCRS (FAMECOS) - esteja perdendo seu prestigio, sua qualidade e, consequentemente, seu público. Poucos são os que se deslocam de outros lugares do estado para conferir as propostas do set. Nem mesmo os alunos da instituição preocupam-se em participar do evento, o que seria uma lastima caso sua organização [do Set] fosse melhor produzida e os palestrantes estivessem - realmente - preparados para discorrer sobre os temas selecionados.
Como fazer uma boa crônica
O público entra no Teatro do prédio 40 da PUCRS, acomoda-se e espera pelo palestrante que demora a chegar. Passada meia hora do horário marcado, um homem magro aparentando quarenta e poucos anos entra na sala [de teatro] e dirige-se ao palco, senta-se a mesa, acomoda-se, arruma o microfone e aguarda a apresentação de uma das alunas "organizadoras" do evento. Este é David Coimbra, cronista do jornal Zero Hora.
Inicia-se então um papo descontraído com a platéia, no qual, Coimbra conta suas peripécias dos tempos em que ainda era aluno da PUCRS - ao lado de Juremir, que hoje dá aulas na [FAMECOS] instituição -.
Sobre o tema proposto para a palestra ouvimos pouco. David apenas disse-nos que não existe fórmulas definidas [de] "Como fazer uma boa crônica", basta que saibamos contar bem uma história e ornamenta-la, tornando-a mais atrativa quando necessário. Após esta pequena explanação Coimbra preferiu ficar a disposição de perguntas, que em um primeiro momento pareciam não surgir, mas aos poucos foram sendo proferidas.
David contou-nos que o convite para escrever crônicas para o Jornal surgiu de uma "dívida" - pela sua não participação na cobertura da copa ¿ unida ao fato da substituição a Paulo Sant'Ana que naquele momento 'entrava' em férias. Sua participação foi tão bem recebida pelo público e, também, pelo jornal que quando Sant'Ana voltou a assumir seu 'posto' Coimbra ganhou uma ¿coluna¿ própria para suas crônicas (na condição de assinar um contrato de exclusividade com a ZH). Relatou-nos, ainda, algumas aventuras de sua época de repórter, citando aqui, sua viagem a Colômbia onde entrevistou integrantes das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
Aos poucos os alunos começaram a deixar o local, insatisfeitos - talvez - com o rumo que a "palestra" [ou devo dizer bate papo] tomou. David então, começou a preparar-se para sair, mas, não antes que eu pudesse tirar uma dúvida. Existe algum ¿preconceito¿ [ou algo do tipo] quanto a cronistas jovens, ou abaixo [menores] de 30 anos?
Coimbra - apenas - respondeu-me que dificilmente repórteres [ou o pessoal da redação] tornam-se crônistas, pois, este cargos são ocupados, na maioria das vezes, por escritores ou pessoas (muito) conhecidas, citando como exemplos: a publicitária Martha Medeiros e Moacyr Scliar. Este é, segundo ele, o motivo pelo qual não vemos jovens [de vinte e poucos anos] escrevendo crônica em jornais, o que na verdade não impediria teoricamente que eles existissem.
Terminada sua explanação as poucas pessoas que restaram na sala abandonaram o local, e outras - poucos - exerceram seu lado "tietes" e pediram-lhe para que tirassem uma foto ao lado delas.
DIAS ATRÁS (cpm22)
Nunca mais espero te encontrar
Por tudo que você me fez passar
Tantos dias sem entender
Esperando por você, que não vai voltar
Dias atrás pensava em você
E não era assim mais
Olho pra trás
Mas penso e sigo em frente
Pra nunca mais viver assim
** Dias atrás passou-me pela cabeça que: ¿é preferível permanecer na ignorância ¿ e com ¿amigos¿ ¿ do que questiona-los para tentar entender o que eles nunca irão te explicar ¿ e perde-los -. Será?!!
Bom, se as pessoas [algumas] preferem ser hipócritas, tudo bem, afinal é para isso que existe o livre arbítrio, não é?!!¿
postado por: INGRID GUERRA 1:52 AM Dizembuche você também
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